Onde assistir ao vivo a estreia de Bia Haddad no WTA 500 de Seul?

A brasileira Bia Haddad Maia, 16ª colocada no ranking mundial, será uma das cabeças de chave no WTA 500 de Seul, na Coreia do Sul, que teve início na segunda-feira (16). A tenista fará sua estreia no torneio nesta quarta-feira (18).

A adversária de Bia Haddad Maia será a australiana Ajla Tomljanovic, número 122 do mundo, que derrotou a sul-coreana Su Jeong Jang. O confronto, válido pelas oitavas de final, está marcado para começar às 22h.

Iga Swiatek, Jessica Pegula, Elena Rybakina e Emma Navarro desistiram do torneio, e, devido a essas ausências, Bia Haddad Maia é a cabeça de chave número 3.

Onde acompanhar à Bia Haddad no WTA de Seul

  • Canais: Disney+ (streaming)

Bia Haddad no WTA de Seul

  • Data: 18/9/2024
  • Horário: 22h
  • Local: Olympic Park Tennis Court, em Seul, Coreia do Sul
  • Fase: oitavas de final

Fusão entre ATP e WTA

Uma nova era no tênis pode estar se formando com uma possível fusão entre a ATP e a WTA, as principais organizações responsáveis pelo esporte. Recentemente, surgiram informações sobre essa potencial união e até mesmo uma possível data para sua concretização.

Atualmente, a Associação de Tenistas Profissionais (ATP) e a Associação de Tênis Feminino (WTA) operam de forma independente, gerenciando suas próprias receitas e atividades. No entanto, isso pode mudar em breve, o que pode surpreender os entusiastas do tênis.

Segundo o Front Office Sports, as duas organizações estão negociando a fusão de suas operações comerciais sob uma nova entidade chamada Tennis Ventures. A fusão poderia entrar em funcionamento no primeiro semestre de 2025, mantendo a receita mais vantajosa para o circuito masculino.

“A ATP tem uma receita quatro vezes maior que a WTA, então a proposta inicial seria uma divisão 80-20. O plano é continuar com essa divisão até que as projeções financeiras sejam superadas”, revelou uma fonte ao Front Office Sports, gerando expectativa entre os fãs.

Embora o acordo possa não ser ideal para a WTA no curto prazo, a fonte acredita que, a longo prazo, trará benefícios significativos. “Não é um bom acordo para a WTA agora, mas aceitar isso e pensar no futuro poderá trazer vantagens”, completou a fonte.

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