O que falta para o Beach Tennis virar um esporte das Olimpíadas?
Entenda o que falta para que o Beach Tennis possa virar um esporte que participe dos Jogos Olímpicos, assim como outras modalidades. O esporte é uma verdadeira febre no Brasil que só cresce no decorrer dos últimos anos. Assim, as dúvidas sobre os locais que ele pode alcançar passam a surgir e vão sendo esclarecidas.
Recentemente, inclusive, o coordenador nacional de beach tennis da Confederação Brasileira de Tênis (CBT), Jeferson Pinto, deu uma entrevista ao podcast Saque na Cinco, de Zero Hora, onde acabou comentando sobre o esporte e sua possibilidade de ir para as Olimpíadas. De acordo com ele, o beach tennis já atende a todos os pré-requisitos para participar da seleção.
“O COI determina quatro critérios iniciais para cada esporte concorrer a uma vaga no programa olímpico: ser regido por uma federação internacional, estar de acordo com o Código Antidopagem, estar de acordo com a Carta Olímpica e estar presente em todos os continentes, sendo praticado em, no mínimo, 75 países em quatro continentes no masculino e em 40 países e três continentes no feminino. O beach tenns atende a todos e tem tudo para brigar por essa vaga em 2032”, comentou o coordenador.
Brasil poderia ser referência no Beach Tennis Olímpico
No entanto, esses requisitos não confirmam a presença nas próximas Olimpíadas. Isso porque a modalidade ainda precisa conquistar uma indicação do Comitê Olímpico Australiano. Assim, se tornaria uma atração estreante nos jogos de 2032. Essa situação se confirmando, poderia indicar várias novas chances de medalha ao Brasil, que domina o esporte no mundo, junto da Itália.
“Hoje, Brasil e Itália dominam o cenário do beach tennis, com França, Espanha e Rússia correndo por fora. Mas a modalidade já está nos seis continentes e sendo praticado em 78 nações. É um esporte popular e o que mais cresce no mundo. (…) Essa diversidade nos torneios da Austrália ajuda bastante, pois o Comitê Olímpico Internacional e o Comitê Olímpico Australiano estão percebendo este crescimento”, explicou.